Constelação Familiar

Constelar é representar. Representar a olhos nus o que acontece com cada ser humano
na sua alma. Ter vontade de fazer uma constelação familiar significa ter vontade de
conhecer com profundidade os sentimentos que muitas vezes são ocultos aos olhos, até
mesmo de um bom observador. E aí então, poder desvendar onde estamos de fato. De
alma!

As Ordens do Amor, descobertas por Bert Hellinger:

  • Direito de Pertencer
  • Equilíbrio de Troca
  • Hierarquia

Direito de Pertencer

Todos têm o Direito de Pertencer.
Todos os membros do sistema, mas também todos os sentimentos que foram geradas
por ações, traumas, medos. Todos os que não nasceram, todos os que partiram.

Hierarquia

Quem veio primeiro tem precedência sobre quem veio depois.
Os pais são maiores que os filhos. Os avós maiores que os pais. Os bisavós maiores que
os avós, e assim sucessivamente.
Por “maior” queremos dizer que sabem mais, estão mais aptos a resolver as questões e
problemas que se apresentam a eles.
Os menores, muitas vezes por amor, querem inverter essa hierarquia e salvar os
maiores, esquecendo que quem é maior tem plenas capacidades de resolver suas
questões.

Equilíbrio de troca

O equilíbrio entre o dar e o receber torna iguais os participantes da relação.
Entre pais e filhos é diferente. Os filhos recebem muito dos pais, é tão grande o que
recebem, que é impossível devolver e portanto deve dar para a vida, dar seguimento à
vida. Também devem tomar os pais – tomar significa: eu recebo assim como é. Em uma
postura de humildade e gratidão.
Em relacionamentos, o homem e a mulher têm uma relação saudável quando equilibram
a troca internamente, e dão lugar ao sistema familiar um do outro.
Nenhuma relação caminha harmoniosamente se os membros não se sentirem iguais,
equivalentes. As trocas acontecem também com empresas, com prestadores de serviço,
com amigos.

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